sexta-feira, 3 de agosto de 2012

terça-feira, 1 de maio de 2012

Do Bijou ao Cine São Paulo - 97 Anos!

O Primogênito

 O Último

JÁ SE FORAM QUASE 100 ANOS, DESDE QUE FOI INAUGURADO NO DIA 1º DE MAIO DE 1915 ATÉ HOJE. MEUS SINCEROS VOTOS DE PARABÉNS E VIDA LONGA À ESSE PRÉDIO!


A BOA NOTÍCIA NO ENTANTO É QUE DENTRO DE BREVE, MESMO QUE ALTERNATIVAMENTE, O CINE SÃO PAULO ESTARÁ EM ATIVIDADE NOVAMENTE, ATÉ QUEM SABE NÃO CONSEGUIRMOS RETOMAR SEU VERDADEIRO E HISTÓRICO LOCAL.


UM GRANDE ABRAÇO A TODOS E FELIZ DIA DO TRABALHO.


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Projeto Cine São Paulo


PROJETO CINE SÃO PAULO
APRESENTA:

SESSÕES ALTERNATIVAS
 (Temporária)

AUDITÓRIO DO SALÃO PAROQUIAL

AGUARDEM... EM BREVE

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Inicia a revitalização do Cine Teatro São Paulo


Infelizmente não é o de Santa Adélia, mas o da cidade de Agudos/SP.
Que saiu na frente com a reforma e revitalização do seu Cine-Teatro.

Ficamos esperando por uma definição do poder público de nosso município para que tomem, o quanto antes possível, uma decisão de iniciativa e, assim, coloquem em pratica este que beneficiará toda a população local.

Segue textos do blog da
Thelma, sobre o Cine Teatro São Paulo de Agudos.

Graças a aprovação na esfera estadual, a Associação de Defesa do Patrimonio Histórico de Agudos – ADEPHA – conseguiu, após negociação com a AmBev, o total da contribuição permitida por lei (abatimento do ICMS) – R$ 500.000,00, que prevê a renuncia fiscal do estado, desde que para fins culturais.


É com esse recurso que as obras de restauração e revitalização do Cine Teatro São Paulo serão iniciadas nesta semana.

Porém, essa quantia não será suficiente para o término das obras e, para tanto, resta a obtenção de doações através da Lei Rouanet (abatimento do imposto de renda). Tanto pessoas jurídicas como pessoas físicas podem contribuir, direcionando parte do imposto de renda devido, para o projeto. As doações devem ser depositadas em conta bloqueada no Banco do Brasil, que só poderá ser movimentada com autorização do Ministério da Cultura, quando atingir 20% do total previsto para o término das obras.
O escritório Master, de Agudos, - telefone (14) 3262-1084 – é o responsável pela emissão de recibos relativos à doação e esclarecimentos sobre os procedimentos para concretizar a doação.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Apoio ao Projeto


PEDIMOS GENTILMENTE A TODOS QUE APOIAM O PROJETO DE RETOMADA DO CINE SÃO PAULO QUE, POR FAVOR, LIGUEM NA PREFEITURA DE SANTA ADÉLIA: 3571-3700, E DEIXEM SEUS NOMES E CIDADE, DIZENDO QUE É A FAVOR DA VOLTA DO CINEMA NO MUNICIPIO.

PRECISAMOS GARANTIR QUE TOMEM CONHECIMENTO DE NOSSO INTERESSE!

SOMENTE ASSIM GARANTIREMOS O RETORNO DE UM LAZER “PERMANENTE” EM NOSSA QUERIDA CIDADE.

CONTO COM O APOIO E COLABORAÇÃO DE TODOS.

MUITO OBRIGADO.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Próxima eleição


Mais uma vez venho falar sobre a necessidade de conseguirmos um compromisso com os futuros candidatos à prefeitura de Santa Adélia, no próximo pleito.

Esse compromisso será importante para garantir a toda população um envolvimento do poder público com o projeto que pretende trazer o cinema de volta ao município.

Sem esse feito não teremos, como sempre, garantia de participação por parte da administração local, o que torna inviável a viabilização do empreendimento!

Temos que conseguir a atenção do poder público para que vejam os exemplos de municípios do Estado que já implantaram - ou o estão fazendo, suas salas de cinema municipal, no qual todas vão muito bem, felizmente!

Contamos mais do que nunca com a colaboração de todos os munícipes de Santa Adélia e, também da região, para apoiar esta causa que beneficiará a todos com cultura e lazer.

Faça vossa parte solicitando uma ação dos vereadores e do executivo no sentido de viabilizarem esse projeto o mais breve possível.

Muito obrigado!


terça-feira, 20 de setembro de 2011

A tela grande

Pode-se pensar que discorrer sobre cinema é estar ultrapassado no tempo. No entanto, como sinônimo de arte de compor e realizar filmes, nunca esteve tão em evidência como se vê pela milionária indústria cinematográfica, principalmente a norte-americana, “expert” na arte do entretenimento, com seus imbatíveis filmes de ação.

Mas os filmes que fazem refletir, esses são característica dos europeus, tal como na América Latina o são dos argentinos. Os dos diretores iranianos são bons, os da Bollyhood, os indianos, populares naquele imenso país e a mania dos brasileiros é a de expor a miséria de nosso povo. Coisa de intelectual de esquerda...

Depois então do extraordinário avanço da tecnologia, os filmes podem ser assistidos, não somente pela TV, mas também por quem possui um pequeno e portátil aparelho de comunicação. Conclui-se, portanto, que o cinema nunca esteve tão em moda como atualmente.

Mas o cinema também pode ser sinônimo de um local onde se assiste filmes. E sem quaisquer laivos de saudosismo, muita gente teve o privilégio de assisti-los na tela grande, naquelas amplas salas que existiam em quase todas as cidades do nosso país, até mesmo nas pequenas. Na capital do Estado, então, eram salas imponentes, com amplas escadarias de mármore. Um luxo só. Nos lançamentos dos filmes, havia filas que viravam o quarteirão.

Uma geração privilegiada. As salas, se não diminuíram, se extinguiram. E todos sabem o porquê disso: televisão e videocassete. Agora então, com o computador e toda essa parafernália eletrônica que, a cada seis meses, é ultrapassada por uma maior tecnologia, poder-se-ia até afirmar que acabou a magia da tela grande, restrita em pouquíssimos lugares, para gáudio dos cinéfilos que não abrem mão da sétima arte.

No entanto, há de se pensar não mais no passado e sim no presente e, principalmente no futuro. Porque, a continuar assim, inexistindo as telas grandes, estar-se-ia sonegando às futuras gerações assistir filmes numa sala própria. Não é lícito deixar de proporcionar às crianças e aos jovens esse entretenimento sublime. É preciso um lugar para tanto.

E é isso que muitos administradores, eleitos pelo voto popular, estão tentando fazer, mormente nas pequenas cidades, onde, geralmente, são parcas as distrações do povo. Se os donos dos cinemas não mais conseguem geri-los por serem antieconômicos, cumpre ao poder público, em todos os níveis, tentar encontrar uma fórmula para suprir essa deficiência cultural.

E uma dessas fórmulas poderia ser tentar conseguir verba federal (Lei Rouanet) ou até do Estado; outra, um acordo com os proprietários e, por fim, talvez a mais radical, a desapropriação.
Mas a sala grande também pode ser aproveitada como uma oficina cultural para os jovens e as crianças, onde a música, a dança, o teatro poderiam motivá-los culturalmente, coisa que a escola ainda não conseguiu.

Os representantes do povo, os administradores da cidade, vereadores e prefeito, precisam pensar com carinho nessa idéia de a cidade ter um lugar compatível com o nível cultural de seu povo.

Uma oficina cultural, com cinema e tudo. Para as futuras gerações.



Luís Carlos Bedran